segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Lição 9 - Jeus Cristo é a pérola de grande valor

por Gabriel Raso*



Estamos vivendo nos dias dos valores trocados.

Antigamente a maioria das pessoas buscava o reino dos céus, para que as outras coisas fossem acrescentadas, hoje em dia as pessoas buscam as coisas acrescentadas para que venha o reino dos céus.

Muitos pensam que estão alcançando pérolas de grande valor quando buscam as coisas que deveriam ser acrescentadas, pérolas sem valores para o Reino; porque se tornou uma pérola compatível para o homem, que irá levá-lo a destruição, ou seja, uma pessoa que busca o materialismo incessantemente, e não se atenta para as coisas do reino de Deus.

Em uma de suas parábolas Jesus disse: " Outrossim, o Reino dos céus é semelhante ao homem negociante que busca pérolas. E, encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha e comprou-a" (Mateus 13. 45, 46). Essa parábola tem um valor inestimável, que se encontrada e guardada, será benefício por toda eternidade.

O homem, para comprar aquela pérola teve que vender tudo quanto tinha e passar muitas vontades, para juntar tudo que tinha para comprá-la, para adquirir essa pérola, não importava se ele fosse rico ou pobre, ele deveria dar tudo o que possuía para comprá-la. Na nossa vida de hoje não é diferente! Pois para adquirirmos essa pérola temos que dar tudo de nós mesmos, ou seja, orar sem cessar e meditar na palavra dia e noite, essa prática nos dará força para renunciar as paixões desta vida, aborrecer a nossa carne, fugir da aparência do mal, não amar ao dinheiro que é a raiz de todos os males, não colocar o que é mal diante dos nossos olhos. Essa é a única forma de negociarmos para comprarmos essa pérola.

Essa pérola é o reino dos céus, como Jesus disse!




*Gabriel é professor da classe Unidos em Cristo

domingo, 22 de novembro de 2009

Lição 8 - Jesus Cristo e o fim dos tempos

por Alan Gomes de Sá*




“Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem; e dirigiu-se ao ancião de dias e o fizeram chegar até ele. E foi lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; e o seu domínio é um domínio eterno, que não passará e o seu reino, o único que não será destruído”.(Daniel 7.13-14. Edição Almeida Revista e Corrigida).


O selo divino definitivo de que a Bíblia é a divina Palavra de Deus é a Profecia Bíblica (Isaías 41.21-23; 46.9-10).


Através de seus profetas, Deus, tem falado a respeito de seu plano para a humanidade, sobre seu futuro, sobre início e término de reinados bem como a ascensão e queda de seus reis, sobre Israel, e o mais importante, aliás, do tema central nas Escrituras Sagradas: A vinda do Messias, Jesus Cristo.


Jesus cumpriu muitas profecias do Antigo Testamento referentes a Ele na sua primeira vinda, como por exemplo: Miquéias 5.2 fala do local de seu nascimento. Era muito difícil de se cumprir esta previsão do nascimento do Messias, levando-se em conta que sua mãe vivia mais de 150 Km ao norte em Nazaré (Mateus 2.4-6; Lucas 1.16; 2.1-7). Isaías 52.13; 53.12 fala de seus sofrimentos e da sua morte pelos pecadores, e muitas outras. Essas e outras profecias cumpridas na primeira vinda de Jesus Cristo comprovam que ele é o Messias prometido por Deus e que assim como estas profecias relacionadas a sua primeira vinda se cumpriram literalmente, sua segunda vinda é certa.



OS SINAIS DA SEGUNDA VINDA DE JESUS CRISTO


Para que possamos falar sobre os “sinais” da segunda vinda, é importante tentarmos entender como será a segunda vinda de Jesus, com este evento é explicado nas escrituras:


· Ele virá como um “ladrão da noite” (Mateus 24.43,44; 1 Tessalonicenses 5.2,3), “à hora que não penseis” (v.44).


· As pessoas estarão vivendo suas vidas tranqüilamente, sem se preocupar com a mensagem divina, apenas cuidando de seus interesses, como foi nos dias de Noé e Ló (Lucas 17.25-30). Essas afirmações das escrituras nos mostram algo extremamente importante: Que apesar dos “sinais” (fomes, guerras, terremotos, pestes, falsos cristos). A igreja deve estar pronta para o Senhor Jesus vir a qualquer momento para nos buscar. É o que ensina estas passagens. Será num “abri e fechar de olhos” (1 Coríntios 15.52) que o arrebatamento acontecerá (1 Tessalonicenses 4.13-18).


· Depois deste fato, acontecerá o que a Bíblia chama de “Grande aflição” ou “tribulação”(Mateus 24.21). É neste período que se manifestará o Anti-Cristo, o Homem do pecado, filho da perdição, (1 Tessalonicenses 2.2-8). E depois deste período, se dará a volta visível de Jesus à terra para reinar (Apocalipse 19.11-21).


A era atual, prepara o cenário para as grandes catástrofes e eventos que acontecerão no mundo antes da volta e reinado de Jesus Cristo.




*Alan é Evangelista da ADBrás em Jardim Helena. Leia mais estudos feitos por Alan em seu blog.

sábado, 14 de novembro de 2009

Lição 7 - Jesus Cristo e os enigmas da cruz

por Marili Salete*


A QUEDA DO HOMEM

A proibição de comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal era, em última instância, uma prova de obediência a vontade revelada de Deus. Mas o homem não atentou para esta recomendação do Senhor e veio então a queda.

Em primeiro lugar, Satanás tentou fazer com que Eva duvidasse da bondade de Deus porque Ele lhes vedara acesso a uma determinada árvore (Gênesis 3.1, toda). Em seguida, Satanás ofereceu a Eva um plano substituto, que permitia comer do fruto sem sofrer a penalidade (vv. 4-5). Eva pegou, comeu e deu-a ao marido. Ela foi enganada, Adão comeu do fruto conscientemente (I Timóteo 2.14). Este pecado foi mais do que simplesmente comer um fruto proibido; inclui a desobediência à palavra revelada de Deus, crer na mentira de Satanás e pôr sua vontade acima da de Deus. O pecado, com suas terríveis consequências, entrou na raça humana e no mundo em geral (Romanos 5.12).

O pecado contamina todos os aspectos da vida do homem; seu veneno afeta a tudo o que ele pensa, diz e pratica. O pecado arruinou tanto a natureza, como a condição do homem, colocando-o em situação desesperadora, pois pelos seus próprios esforços não pode sair dela.

É condição juridicamente impossível, porque a lei divina requer a perfeita obediência. E é moralmente impossível, pois, “o que é nascido da carne é carne” Mas Deus em sua infinita misericórdia, nos concedeu a redenção através do sacrifício de Seu Filho. Cristo morreu no lugar dos pecadores. Ao derramar o seu sangue, reconcilia o homem a Deus.


O SIGNIFICADO DA CRUZ

O Novo Testamento testifica uma verdade estarrecedora de um Messias crucificado, porém, triunfante.

E o tema constante é a paixão vitoriosa do Filho de Deus.

1- Na cruz, Deus se revela ao homem


No momento em que Jesus entregou o seu espírito, “o véu do templo se rasgou do alto a baixo”(Mateus 27.5; Marcos 15.38). Por longos anos o véu ali se achava, vedando ao homem pecador os últimos mistérios da religião e impedindo, simbolicamente, a saída de Deus ao encontro do pecador. Parecia que aquilo iria permanecer para sempre e que o homem jamais conheceria a Deus de perto. Agora o véu rasgou-se e Deus se dá a conhecer ao homem. A cruz traz o homem para Deus, levando Deus até o homem (Hebreus 10.19, 20).

2 - Na cruz, Deus toma iniciativa e entra em ação a favor do homem

Em Atos 2.23, a Bíblia nos diz que Jesus fora entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus; em 2Coríntios 5.19, relata: “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo”. Deus estava agindo e Jesus encarou resolutamente sua missão. Em Lucas 12.50, Ele diz que: “Tenho um batismo com a qual hei de ser batizado e quanto me angustio até que ele se realize”.
Em Isaías 45.21 está escrito “... Deus justo e Salvador...”, isto não significa “Deus justo e, assim mesmo, Salvador”, mas sim “Deus justo e por isso mesmo, Salvador”, pois sua justiça se revela na graça e Sua santidade na redenção. Cristo não sofre apenas; Ele age. Além de vítima é Ele próprio o Sacerdote que oferece o sacrifício. É Senhor consciente da situação, do princípio ao fim. Triunfantemente exclama: “Está consumado!” e entrega o seu espírito.

3 - Na cruz, o Filho de Deus consuma Sua identificação com o homem pecador

Desde o início, Jesus fez questão de identificar-se ao máximo com os homens. Lá no Jordão, o que Ele fez, foi exatamente isso, indentificou-se com os oprimidos e quebrantados, com os infelizes e deserdados, fazendo Sua a dor que eles sofriam, a vergonha que sobre eles pesava, sendo contado com os transgressores (Isaías 53.12).

Nas Suas amizades, colocou-se ao lado dos Zaqueus, das Marias Madalenas, não de maneira forçada e nem com a superioridade moralmente religiosa, mas de maneira simples e direta, porque os amava e não se envergonhava de lhes chamar de irmão.

Durante toda a Sua vida, Ele pertencera aos pecadores, e na morte não se apartou deles, sendo colocado entre dois criminosos. Ele disse: “Ninguém me tira a vida; eu espontaneamente a dou”. Ele podia ter-se esquivado, mas não o fez. “Acaso pensas que não posso rogar ao meu Pai, e Ele me mandaria neste momento mais de doze legiões de anjos” (Mateus 26.53). Podia mas não quis se esquivar da cruz. Foi contado com os transgressores, levando sobre si os nossos pecados. Foi na paixão voluntária do amor, que Ele se identificou comigo, e Se deu por mim.

4 - Na cruz, é oferecido um sacrifício representativo pelos pecados do mundo

Não há um significado para o brado de desamparo “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mateus 27.46). Talvez seja um mistério de Sua pessoa, mas uma coisa é certa, é a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, é o amor de Deus. Ele que não conheceu pecado, “se fez pecado” por nós. Em toda a história somente Ele viu o pecado como Deus o vê. Como não confessar com humildade, com adoração, na companhia dos santos remidos no céu e na terra. “Ele me amou e a si mesmo se entregou por mim.” Morreu o justo pelos injustos para nos conduzir a Deus (1Pedro 3.18).

5 - Na cruz, é oferecido um sacrifício expiatório

Cristo foi crucificado por nós. E Ele mesmo, nosso Sumo Sacerdote, entra com Seu sangue, através do véu de Sua carne ferida, à presença do Pai.

Cristo leva no coração de Sua humanidade divina, toda a ignomínia e toda a ferida do nosso pecado. Seu ato representa um ato expiador. Como diz o escritor Bright:

“A nós nos honraste com um pacto mais excelente em que nos apoiamos, o pacto que estabeleceste na destra de Jesus Cristo, nosso Salvador, e que, houveste por bem, fosse escrito no Seu sangue e selado com a Sua morte. Por isso, ó Senhor, renunciando-nos a nós mesmos, e abandonando qualquer outra esperança, fugimos para esse precioso pacto pelo qual nosso Senhor Jesus Cristo, oferecendo-te Seu próprio corpo em sacrifício, nos reconciliou contigo. Contempla, pois, Senhor, não a nós, porém à face de Cristo, para que pela Sua intercessão seja aplacada a Tua ira, e o Teu rosto resplandeça sobre nós, para nossa alegria e salvação”.

6 - Na cruz, o pecador é identificado com Cristo, e a Ele unido

Como Cristo se identifica com minha dor, minha fraqueza, minha derrota, hei de identificar-me agora com Seu sacrifício, Sua vitória, Seu poder. É aí que se torna possível a transfusão da Sua vida. Como dizia Lutero: “Tu, Senhor Jesus, és minha justiça, porém, eu sou pecado Teu”.

Não há Redenção para o pecador sem a sua identificação com o Redentor. Se o pecador não estiver “em Cristo”, a obra redentora que Cristo efetuou em seu favor, foi em vão. E esta obra é perfeita e para sempre.

Porém só fará efeito no homem, remido, quando ele confessar: “Estou crucificado com Cristo; logo já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que tenho agora na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gálatas 2.20).
BONS ESTUDOS!



*Marili é professora da classe Rosa de Sarom da ADBrás em Jardim Helena

sábado, 24 de outubro de 2009

Lição 4 - Jesus Cristo, a mais sublime expressão de amor e humildade

por Marili Salete*


Esta lição nos fala de amor, perdão e humildade. Ele humilhou-se a Si mesmo, “para servir e dar a sua vida em resgate por muitos”(Marcos 10.45).


Jesus demonstrou seu caráter de servo mediante um ato de extrema humildade que deixou seus discípulos chocados, porém isto serviu de exemplo para o relacionamento entre eles. (João 13.15)


UM SALVADOR QUE SERVE

Quando o apóstolo João escreveu sobre Jesus lavando os pés aos discípulos, com certeza sabia que ali se encontrava quatro coisas que tornariam esse ato muito memorável.
  • Somos informados no (v. 1 ) que Jesus sabia que “sua hora de passar deste mundo para o Pai já tinha chegado”, e que essa hora de partida era de sofrimento. Era um momento determinado no tempo, desde antes da fundação do mundo. O mundo o rejeitara e logo haveria de crucificá-lo. Neste momento chave, estando o fim bem próximo, o Senhor fez o que jamais faríamos: assumiu a condição de servo humilde, lavando os pés aos discípulos. Quanto amor demonstrou o Senhor pelos seus!
  • “como havia amado os seus, que estavam no mundo, amou-os até o fim”. Ao chamá-los de “os seus” o Senhor tinha prazer em reivindicá-los para si. Ele os conhecia como homens que haviam falhado várias vezes, que falhariam ainda. Sabia que Pedro o negaria naquela mesma noite. Sabia que Tomé duvidaria de sua ressurreição, que todos o abandonariam e fugiriam naquela noite, inclusive que Judas o trairia, mas mesmo assim, Ele os amou até o fim (literalmente “ao máximo”). Apesar de conhecer-lhes as falhas, Ele se inclinou e lavou-lhes os pés. O Senhor tomou a forma de servo.
  • “durante a ceia, tendo já o diabo posto no coração de Judas Iscariótes, filho de Simão, que o traísse...”(v.2). Jesus sabia que o traidor estava sentado à mesa, ao seu lado (v.21). Via lá no profundo da sua mente o esquema da traição que estava sendo armado. Mesmo assim, ciente de tudo isso, o Servo-modelo inclinou-se a fim de tomar os pés de Judas em suas mãos e lavá-los – um exemplo de amor, perdão, humildade e perfeito espírito de serviço.
  • Os versículos 3 e 4 declaram: “Jesus, sabendo que o Pai depositara em suas mãos todas as coisas, e que havia saído de Deus e ia para Deus, levantou-se da ceia, tirou a vestimenta de cima,...” Jesus estava totalmente consciente de sua origem divina e da glória vindoura. Sabia que o Pai lhe prometera autoridade sobre todas as coisas do universo. Mesmo assim o Herdeiro de tudo humilhou-se a fim de realizar a obra de um escravo. A obra do perfeito Servo, a da redenção (Filipenses 2.5-8). Ele se levantou de seu lugar ao lado do Pai, nos céus. Deixou de lado o exterior de sua glória. Assumiu a forma de servo. Derramou seu sangue em oferta pelo pecado. Em seguida, ressuscitou e sentou-se à direita do Pai.

JESUS AOS PÉS DE PEDRO

Pedro não compreendeu que o Senhor jamais agiria em desacordo com a dignidade de sua posição, por isso ele explode: “Senhor, tu vais lavar os meus pés?” (v.6)


Por que razão o Mestre haveria de servir ao servo? “O que eu faço não o sabes agora, mas o compreenderás depois” (v.7). Esta resposta de Jesus indica que havia muito mais neste ato do que simples água e pés limpos.

Através deste evento, mais tarde Pedro aprendeu duas valiosas lições. A primeira, a da purificação, ao ser restaurado, depois de ter negado a Jesus por três vezes. A segunda sobre humildade envolvida no serviço, sobre a qual escreveu muitos anos mais tarde (1Pedro 5.1-6).


É evidente que Pedro tinha humildade suficiente para reconhecer que Jesus não deveria lavar-lhe os pés, mas tinha orgulho suficiente para instruir o Senhor sobre o que ele deveria fazer. Pedro afirmou categoricamente que Jesus nunca lhe lavaria os pés, porém alguns segundos após precisou mudar de opinião.


Com doçura o Senhor mostrou a Pedro uma das maiores lições: os benefícios da limpeza espiritual “Se eu não te lavar, não tens parte comigo”(v. 8) O Senhor estava usando os pés sujos de Pedro como ilustração de uma verdade espiritual importante. Assim como Pedro admitiu que seus pés estavam sujos e precisava coloca-los nas mãos do Senhor, assim o crente que pecou deve chegar-se ao Senhor, confessar seu pecado e receber perdão e purificação (1João 1.9).


Assim que Pedro entendeu o que o Senhor estava falando. Disse: ”Não somente os pés, mas também as mãos e a cabeça”. No v.10 o Senhor explica por que Pedro precisava ter apenas os pés lavados, e não o corpo.


A lição para Pedro e para nós é que ele já tomara um banho (era crente em Cristo e tinha seus pecados perdoados) e não precisava de mais um banho. O que ele precisava era de uma lavagem para livrar-se das impurezas do mundo (que seus pés fossem lavados).


Terminado seu ato de serviço, Jesus assumiu seu lugar à mesa e passou a ensinar-lhes uma lição. Com Pedro, ele se referia ao relacionamento vertical com o Senhor, mas com os discípulos, ele estava falando de um relacionamento horizontal, isto é, servir ao próximo, lavar os pés imundos dos outros (Filipenses 2.3). Como? Tomando a “água” da Palavra de Deus e, com máximo cuidado, máxima delicadeza, aplica-la ao irmão que pecou estando o tempo todo conscientes de que eles também estão sujeitos à tentação.


O ato do Senhor foi um serviço de autonegação. Ele praticou o que ensinava ao dizer a seus discípulos que viera a fim de servir e não ser servido.


UMA BEM-AVENTURANÇA

Assim termina a lição do Salvador: ”Agora que sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes” (v. 17).


Como resultado da obediência, Deus tem uma benção especial para o servo humilde que se inclina a fim de “lavar os pés” de seus companheiros de servidão. Como diz em Tiago 1.22-25, se formos servos obedientes, cumpridores da Palavra seremos abençoados naquilo que praticamos.


Se quisermos em realidade seguir a Jesus, haveremos de caminhar pelos caminhos da humildade, a saber, caminhos do serviço.


Deus os abençoe e bons estudos.




*Marili é professora da classe Rosa de Saron na ADBrás em Jardim Helena

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Lição 3 - Jesus Cristo, o logos de Deus

por Alan Gomes de Sá*



"No princípio era o verbo, e o verbo estava com Deus e o verbo era Deus.” (João 1.1)

João ao escrever seu livro, tinha como objetivo mostrar que Jesus era o Cristo e levar as pessoas a vida eterna (João 20.31). Seu evangelho tem ênfase apologética pois ele lidava com doutrinas que distorciam a pessoa de Jesus e seus ensinos, e essas doutrinas falsas estavam entrando dentro da igreja. Alguns ensinos negavam que Jesus era Deus, ou que ele tinha um corpo físico, outros diziam que Jesus era apenas uma emanação de Deus.

Seu evangelho é importante pois contém também o ensino de Jesus sobre a personalidade do Espírito Santo, rebatendo o ensino de que o Espírito Santo seja apenas uma emanação, uma influência ou força ativa (João 14.15-26; 16.1-24).

O USO QUE JOÃO FAZ DO TERMO “LOGOS” EM JOÃO 1.1:
Em seu prólogo (João 1.1-18), João estabelece a origem e a natureza tanto divina quanto humana do messias. Ao contrário do judaísmo moderno, que sustenta que o Messias deve ser somente humano, segundo David H. Stern, numerosas fontes judaicas falam das características sobrenaturais do Messias.

Em relação a divindade do Messias, João usa o termo “logos”. Apesar de toda a questão da filosofia usar a palavra “logos”, há muitas razões para acreditar que João tinha em mente o seu significado dentro do próprio judaísmo. Esse termo, “logos”, era utilizado amplamente e em muitos contextos no século I. Os estóicos entendiam que o logos era o princípio racional pelo qual tudo existe, a essência da alma humana racional. Outros pensam que João se fundamentou em Fílon, judeu do século I influenciado por Platão. Fílon faz uma distinção entre o mundo ideal, que ele chama de “logos de Deus” e o mundo real e fenomenal que é só cópia deste. Mas o logos de Fílon não tem personalidade divina.

Então podemos, com base no evangelho de João, verificar que há um pano de fundo mais prontamente provável que o fornecido por Fílon ou as escolas filosóficas gregas. João com freqüência usa o Antigo Testamento como pano de fundo para falar sobre Jesus. Lá, a “Palavra (hb. Dâbãr) está ligada com a poderosa atividade de Deus:

- na criação (Gênesis 1.3ss; Salmo 33.6);
- revelação (Jeremias 1.4; Isaías 9.8; Ezequiel 33.7; Amós 3.1,8);
- libertação (Salmo 107.20; Isaías 55.11).

Se é dito que a Palavra do Senhor fala ao profeta Isaías (7.3), em outro lugar “nós lemos que a Palavra do Senhor veio a Isaías” (Isaías 38.4; Jeremias 1.4; Ezequiel 1.6). Essa mesma palavra executa libertação e juízo (Isaías 55.11; Salmo 29.3). Essa personificação da palavra tornou-se até mais vívida nos escritos fundamentados no Antigo Testamento.

Em suma, a “Palavra” de Deus no Antigo Testamento é sua poderosa auto-expressão na criação, revelação e salvação, e a personificação daquela “Palavra” torna adequado para João aplicá-la como um título à auto-revelação definitiva de Deus, a pessoa de seu próprio Filho. Embora a expressão “logos” provasse ser mais rica para os leitores judeus, também ressoaria nas mentes dos leitores cujo contexto deles fosse inteiramente pagão. No entanto, eles ao lerem este evangelho descobririam que o termo “logos” tem um significado mais amplo do que eles estavam acostumados. Eles seriam forçados a terem um novo pensamento.

AS TRÊS IMPORTANTES AFIRMAÇÕES DE JOÃO 1.1:
- A primeira abrange a existência: A palavra existia no princípio, como alusão explícita a Gênesis 1.1. Em outras palavras, antes da criação, a “Palavra” já existia. Ela era distinta da criação.

- A segunda fala de seu relacionamento: “Ela estava com Deus”. Isso fala de seu relacionamento. Ela era tanto distinta do Pai como estava com ele. Em 1.14,18, João novamente fará uma distinção e se referir ao Pai e ao “Deus Unigênito” ou ao “Unigênito enviado de Deus”.

- A terceira fala da predicação da “Palavra” como Deus: A construção grega aqui é, gramaticalmente, a forma mais concisa de chamar a Palavra de “Deus” a ainda assim fazer alguma distinção entre eles. João abre seu evangelho afirmando a mais elevada cristologia possível, a divindade absoluta e a igualdade com Deus do enviado (João 1.9). João conta a história de Jesus do céu para baixo.

O “LOGOS” SE TORNOU UM SER HUMANO
Não foi que o homem chamado Jesus que cresceu em Nazaré, decidiu ser Deus um dia. Pelo contrário: a Palavra que “estava com Deus” e “era Deus”, abriu mão da “glória que tinha com o Pai antes do mundo existir” (João 17.5). Deus tornou-se um homem,sem pecado (João 1.14, 1.29; Filipenses 2.7).Ele veio para nos revelar o Pai (João 1.18; 14.7-9-11) e nos resgatar de nossos pecados (João 1.29; 3.16)


Louvado seja o nome de Jesus, o Messias!!!




*Alan é estudante de teologia e evangelista da igreja ADBrás em Jardim Helena

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Lição 2 - Jesus Cristo, o carpinteiro escultor de almas

por Marili Salete*



O que é ser um carpinteiro? É ser um artífice, um artesão. No tempo de Cristo, o carpinteiro trabalhava com madeiras ou metal e com elas fazia desde um pequeno portão até uma casa. E Jesus aprendeu este ofício com seu pai, José, enquanto jovem.


Após o seu batismo, Jesus foi para a Galiléia, ali curou enfermos e ensinou o povo. Quando voltou para Nazaré, começou a fazer milagres, porém o povo não acreditava Nele e perguntava, “não é este o carpinteiro, filho de Maria... e se escandalizavam nele” (Marcos 6.3).


Como crer em um carpinteiro? Os judeus estavam esperando um rei que os tiraria das mãos dos romanos. Mas, ali não estava apenas um homem que esculpia madeira, e, sim, o Mestre, que através de suas palavras, transformava vidas, curava enfermos, libertava cativos. Ali estava Jesus, o homem de Nazaré, rejeitado, repudiado e, ao mesmo tempo, admirado pela incredulidade daquele povo. Por isso mesmo Ele disse: “... um profeta não fica sem honra senão na sua terra, entre os seus parentes, e na sua própria casa” (Marcos 6.4).


Mas Jesus continuou ensinando. Quantos conselhos nós temos através de suas parábolas (41, no total). Quantos ensinamentos. São palavras que consolam, exortam, confortam nossa alma; palavras de vida eterna.

- textos que ensinam vários princípios éticos (Mateus 18.21; Lucas 15.8,11);

- que ilustram aspectos do discipulado cristão (Mateus 21.28; 25.41), incentivando-nos;

- que mostram o alto custo do discipulado, querendo ilustrar o valor da verdadeira religião e o ensinamento cristão autêntico (Lucas 14.25-35).


Quantas lições podemos aprender deste Mestre carpinteiro. Ele não apenas nos salvou, mas nos escolheu para sua obra. Assim como um carpinteiro usa suas ferramentas para esculpir em uma madeira, muitas vezes torta, e ele com cuidado vai lixando, aparando as arestas, Jesus faz conosco, usando suas ferramentas (amor, graça, misericórdia, etc), nos molda como Lhe apraz.


Tão somente devemos nos entregar nas mãos deste Mestre para sermos transformados. Muitas vezes não aguentamos o processo e quebramos; o Senhor vem e nos faz de novo, dando uma nova forma.




*Marili é diconiza e professora da classe Rosa de Saron da igreja ADBrás em Jardim Helena

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Você Sabia?

Que o nome completo, JESUS CRISTO, se compõe de nome próprio, JESUS, e um título, CRISTO.


Que a palavra IESOUS é a forma grega do antigo nome judaico YESUA.


Que a palavra YESUA, vem da raiz hebraica JEHOSCHUA, que significa: ajudar, salvar, etc...


Que em português, o nome JESUS expressa uma significação especial, e que cada letra tem uma dimensão infinita:


‘J’ – Justiça Nossa (Jr 23.6);

‘E’ – Emanuel (Deus Conosco) (Is 7.14; Mt 1.23);

‘S’ – Salvador do Mundo (Lc 2.11; At 4.12);

‘U’ – Unigênito do Pai (Jo 3.18);

‘S’ – Sumo Sacerdote (Sl 110.4; Hb 5.10).





*Tirado do livro A Vida de Cristo, de Severino Pedro da Silva, publicado pela editora CPAD.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Lição 1 - Jesus Cristo, o maior personagem da história da humanidade

Por Alan Gomes de Sá*


“E chegando Jesus às partes de Cesaréia de Felipe, interrogou os seus discípulos dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”. (Mateus 16.13)


Essa pergunta de Jesus registrada nos evangelhos, feita aos discípulos na antiga cidade de Paneas, localizada em Dã, uns quarenta quilômetros ao norte do mar da Galiléia, ainda ecoa na mente e nos corações dos homens mesmo depois de passados dois mil anos. Ele existiu? Tudo que foi falado sobre ele é real? O mesmo Jesus da Bíblia é de fato o Jesus da história? É Jesus o Messias, o Salvador do mundo?


Como disse Deus, através destes versículos (Isaías 55.8-11), Ele estava realizando em Jesus Cristo a reconciliação entre Deus e os homens. Quem olhava para aquele carpinteiro de Nazaré não imaginava que em Jesus Cristo não estava apenas um homem extraordinário, não imaginava que “nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Colossenses 2.9), não imaginava que “Deus se manifestou em carne” (1 Timóteo 3.16). Em Jesus Cristo, a eternidade entrou na história humana. Deus andou entre os homens. (Malaquias 5.2; João 1.10)


I. CONDIÇÕES DO MUNDO PARA A VINDA DE JESUS CRISTO

Antes de falar da sua influência na história da humanidade, é importante ressaltar que foi necessário Deus conduzir a história da humanidade de modo a criar as condições propícias, favoráveis para a vinda de Jesus Cristo. É isso que Paulo diz quando escreve aos Gálatas, conforme vemos em 4.4, 5:


“Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei”.

Foi quando chegou a plenitude dos tempos, no tempo certo, em que Deus havia preparado o mundo, ele enviou Seu Filho Jesus Cristo, para o mundo. Deus conduz a história da humanidade. Vejamos como era a situação do mundo na época do nascimento de Jesus Cristo:


A) Contribuição dos Romanos: (Lucas 2.1-2). Quando Jesus nasceu, os romanos dominavam o mundo da época e eles contribuíram para o ambiente dos dias do nascimento e ministério de Jesus com:


- Uma Lei universal;

- Pax Romana – que garantia movimentação livre;

- Sistema de estradas, que facilitoua movimentação dos primeiros discípulos e missionáios;

- Exército Romano, Organização universal (segurança da sociedade e controle das guerras)

- Conquistas Romanas. Antigamente os povos conquistadores atribuíam as suas vitórias aos deuses. Com as conquistas dos romanos, houve um enfraquecimento da fé nos deuses.


B) Os Gregos, também contribuíram Intelectualmente para este movimento que marcaria a história da humanidade para sempre:


- Trouxeram uma língua universal- o grego

- Filosofia: a antiga filosofia não trouxera as respostas satisfatórias para as pessoas.

- Religião- Preparação para uma religião mais pessoal. As pessoas se sentiam indefesas ante a sorte ditada pelas estrelas e pelos planetas, considerados seres angélico-demoníacos. Prevalecia uma atitude de desespero ou, pelo menos, de pessimismo.


C) Não poderíamos deixar de falar dos judeus, de onde nasceu Jesus Cristo, que contribuiu com:


- O monoteísmo – a crença em um único que Deus;

- A Esperança Messiânica. Havia no judeu a esperança de um salvador. Vemos em Mateus 1.1 como ele inicia dizendo que Jesus é o cumprimento da esperança messiânica. Diz que Jesus é o Cristo, Filho de Davi, Filho de Abraão.

- O Sistema Ético: Os 10 mandamentos que influenciaram na história da humanidade;

- O antigo Testamento. Mostra que Deus controla a história da humanidade.


II. A MAGNITUDE DA INFLUÊNCIA DE JESUS CRISTO

“Nesse mesmo tempo, apareceu Jesus, que era um homem sábio, se é que podemos considerá-lo simplesmente um homem, tão admiráveis eram as suas obras. Ele ensinava os que tinham prazer em serem instruídos na verdade e foi seguido não somente por muitos judeus,. Mas também por muitos gentios. Ele era o Cristo. Os mais ilustres dentre os de nossa nação acusaram-no perante Pilatos, e este ordenou que o crucificassem. Os que haviam amado durante a sua vida não o abandonaram depois da morte. Ele lhes apareceu ressuscitado e vivo no terceiro dia, como os santos profetas haviam predito, dizendo também que ele faria muitos milagres. É dele que os cristãos, os quais vemos ainda hoje, tiraram seu nome” (HISTÓRIA DOS HEBREUS, CPAD; p.832)


Esta é a notícia extrabíblica mais famosa e longa sobre Jesus. Apesar de alguns negarem a sua autenticidade, ela é crida por muitos e nos traz a imagem de como Jesus Cristo era impactante em seus dias. Existem outras fontes não-cristãs sobre Jesus, como dos escritores romanos Plínio Jovem, Tácito, Suetônio e Luciano. Apesar de breves, confirmam que ele realmente viveu, tornou-se uma figura pública e morreu sobre o governo de Pôncio Pilatos, e, no espaço de doze anos após sua morte, a adoração a ele já havia chegado a lugares tão distantes quanto Roma.


Típicas das breves notícias sobre Jesus feitas por escritores romanos é a explicação de Tácito (c. 110 d.C.) de que o nome cristão originou-se de Christus (Cristo em latim), que “havia sofrido a pena de morte no reinado de Tibério, por sentença do procurador Pôncio Pilatos” (Anais 15.44).


Jesus ao que sabemos nada escreveu, apesar de muitos se interessarem em escrever a respeito dele. Jesus, com exceção da ocasião em que esteve em Tiro e Sidom, não deixou as áreas da Palestina, mas seu nome é conhecido em toda parte do mundo. Os historiadores falam que antes do fim do século II d.C., vinte distintos grupos religiosos tinham saltado à existência todos afirmando que tiveram origem e autoridade em Jesus, embora apresentando definições diferentes e contraditórias acerca dele e de seu ministério. Antes do fim do século IV d.C., havia mais de oitenta destes grupos; mas hoje é difícil contar todos os grupos que supostamente são alicerçados nele e em sua autoridade.


Realmente, vemos hoje se cumprir as suas palavras:

“O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de pas­sar” (Mateus 24.35)

“antes, crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora como no dia da eternidade. Amém.” (2 Pedro 3.18)



Deus vos abençoe e Bom Trimetre!!!




*Alan é evangelista da ADBrás em Jardim Helena e estudante de Teologia. Para ver este estudo completo e outros, acesse o blog www.manejandobemapalavradaverdade.blogspot.com

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

4º trimestre de 2009 - Introdução

por Andressa Batista*


O tema da nossa revista este trimestre é Jesus Cristo – o maior personagem da história da humanidade.


Mesmo que muitos não acreditem e tentem prova o contrário, Jesus, o Cristo realmente nasceu, viveu, morreu e ressuscitou, assim como é relatado na Bíblia.


Num mundo onde cada vez mais se contesta a existência da verdade absoluta, só há uma coisa a dizer: relativo é o que nós pensamos; a Verdade existe, basta querermos ver e acreditar para sermos libertos.


A Bíblia, mais próxima da nossa realidade do que muitos livros usados na Filosofia – em que a maioria acredita veementemente –, tem diversas passagens sobre o Salvador. Seja em forma de promessa, como no livro de Isaías e outros profetas do Velho Testamento, ou pessoalmente, quando Jesus fala ao povo sobre sua natureza Santa.


Não é clichê afirmar que Ele foi, é e sempre será o Filho e o próprio Deus, que se despojou de sua Santidade para nos entender na prática. Como foi dito por um pastor em uma ministração: “Jesus, em seu lado humano, foi tão humano como se nunca tivesse sido Deus; mas em seu lado divino, foi tão divino como se nunca tivesse sido homem”.


Portanto, esforcemo-nos em conhecer e prosseguir conhecendo este grande homem e poderoso Deus em forma de Salvador. Jesus, o Cristo.


*Andressa é jornalista e membro da ADBrás em Jardim Helena

sábado, 26 de setembro de 2009

Lição 13 - Estratégias históricas contra a Igreja

por presbítero Gerson Tomé

professor da classe Obreiros



A igreja edificada por Jesus inicia-se com uma promessa, de que as portas do inferno não prevaleceriam contra ela (Mateus 16.18); mas isso não significa que não enfrentaríamos as ciladas do diabo que constantemente ataca a igreja.Veremos que o inimigo ao longo da história utiliza estratégias baseando-se no momento que a igreja está vivendo.


1)Satanás atenta contra a infância da igreja

Note que o escritor é bem claro quando diz que ao estudarmos a infância, juventude e a fase adulta da igreja estamos referindo-se ao aspecto histórico e organizacional da igreja (universal), pois a igreja nunca envelhece, ela é o corpo de cristo (Colosenses 1.18; I Coríntios 12.27).


A igreja primitiva possuía a presença do espírito santo abundante uma característica que a unia a Jesus, não foi não foi por acaso que Jesus alertou: “Ficai na cidade de Jerusalém, até que do alto seja revestido do poder”(Lucas 24.4)


Certamente Jesus sabia a que eles averiam de enfrentar e seria humanamente impossível obter vitória sem a ajuda do Espírito Santo.


O diabo intentou contra a vida de nossos primeiros irmãos, mas a estratégia falhou porque estavam cheios do espírito santo Atos 7.55(ler este versículo)


É impressionante observarmos que o diabo tentou vencer e derrotar os nossos primeiros irmãos, no aspecto doutrinário semeando heresias, (Apocalipse 2.14,15), todavia neste quesito estavam bem firmados, afinal de contas a doutrina que foi ensinada naqueles dias são os mesmos que utilizamos hoje. A igreja estava edificada sobre a rocha e as tempestades não a destruiu (Mateus 7.26), (leia, é importante).


Constantino foi o primeiro estadista da antiguidade a estabelecer um acordo de convivência com a igreja cristã.

No século III Constantino se converte e sem dúvida causou muita euforia na igreja pois terminava um período de perseguição para a igreja, alguns templos foram restaurados outros construídos. Após a conversão de Constantino muitos da nobreza foram admitidos e muitos sem experiência se tornaram mestres e lideres do cristianismo (Ap 2.14), o obreiro não pode ser neófito(I Timóteo 3.6).


2) Satanás tenta roubar a igreja juvenil

A partir do século IV o cristianismo tornou-se a religião oficial do império romano. Os imperadores passaram a interferir diretamente na igreja ‘visível’.


Era uma estratégia do diabo para roubar a liberdade da igreja, controlar os passos da igreja, determinar ações da igreja, faze-la transgredir,etc.


A adoração também foi um ponto onde o inimigo tentou desvirtuar a igreja da verdadeira adoração (Mateus 4.10; João 4.23).


Foi neste período que foi implantado o culto a Maria (Mariolatria), foi o joio semeado pelo inimigo que está entre nós até os dias de hoje.


A santidade fundamental para salvação( Hebreus 12.14) ficou em segundo plano.


A cunscupiciência carnal se apodera de muitos, as riquezas, patrimônios, poder político passa a ser prioridade para a igreja.


Jesus disse não podeis servir a Deus e as riquezas (Marcos 6.24). Paulo também ensinou que os que praticam as obras da carne não herdarão o reino de Deus (Gálatas 5.19,21).


Era justamente este o objetivo do diabo, afastar a igreja dos tesouros que estão no céu e afastar a igreja de Deus.


3) Satanás tenta destruir a igreja adulta

O marco da igreja de Jesus é a evangelização, não há nada mais importante, do que o cumprimento do ide mencionado por Jesus em diversos textos (Mateus 28.19; Marcos 16; Atos 1.8).


Neste período medieval da História da igreja o propósito da igreja era temporal e políticos. Esse período durou quase mil anos. Foi nesse período que se deu desenvolvimento do poder papal.


A idéia de estabelecer um reino temporal também alimentado por Hildebrando no século XII onde este homem almejava tornar a igreja senhora suprema do universo, contrariando os ensinamentos de Jesus a cerca deste assunto (Jó 18.36).


Neste período o clero teve de rever os conceitos organizacionais e renovar os métodos estabelecidos por Jesus, por ensinamentos pagãos.


Jesus disse ninguém vem ao pai a não ser por mim (João14.6).

Ficou estabelecido que o papa ficaria entre Deus e o homem. Seria menos que Deus e mais que o homem.

O papa Julga e a todos e não é julgado por ninguém.


4)A As investidas de satanás contra a igreja contemporânea

Muitos se consideram auto-suficientes, amantes de si mesmo e por ocupar um cargo na igreja se colocam em um patamar anti-biblico e completamente distante dos ensinamentos de Jesus: Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração


Em nossos dias estão elaboradas e aprovadas as leis que definem e protegem com o “direito”: hábitos, vícios, comportamentos e certos aspectos culturais totalmente inco patíveis com a vida cristã e as práticas do corpo de Cristo.


O estado laico não pode adotar uma religião como oficial nem se opor a manifestação de qualquer religião,seja ela professada pela maioria ou pela minoria. Mas o que podemos constatar é a poderes legislativo, executivo e judiciário dos estados ditos laicos, elaborarem leis destinadas a calar a voz da igreja.


Por exemplo:

Há uma lei tramitando no congresso com relação à obrigatoriedade do ensino religioso. Oremos pelo nosso país e pela igreja.


Conclusão

Atualmente temos uma igreja que está em crescimento no Brasil,todavia o que percebemos é uma igreja que quer ser servida por Jesus, não está disposta a servir a Jesus incondicionalmente , como nos ensinou Jesus.Fiquemos atentos a tudo que acontece ao nosso redor principalmente com relação ao modismo que também está em evidencia.Que o Senhor nos de discernimento para não sermos enganados,pois em todo tempo o diabo cria novas estratégias contra a igreja.